Como instruir o cuidador profissional no primeiro dia de trabalho?

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Como instruir o cuidador profissional no primeiro dia de trabalho?

Algumas profissões mostram um considerável crescimento no mercado, a exemplo do cuidador de idosos. A população mundial tem demonstrado alteração na configuração de sua pirâmide de representação etária, isso se dá devido ao aumento da longevidade dos indivíduos.

Embora as pessoas estejam vivendo mais, nem todas chegam a idades avançadas, com pleno domínio de suas capacidades básicas, que lhes asseguram plena autonomia.

O cuidador de idosos é um profissional habilitado para auxiliar o idoso. Uma missão que exige muita competência, dedicação e sobretudo amor. Para assumir esse ofício é imprescindível que o profissional além de possuir conhecimentos técnicos, tenha paciência e apreço pelos idosos.

A família que deseja contratar um cuidador de idosos deve avaliar alguns pré-requisitos básicos, que devem fazer parte do perfil do profissional. O cuidador necessita fundamentar seu trabalho na tríade elementar: afeto, sensibilidade e respeito.

O profissional deve possuir uma boa saúde física, para poder ajudar a apoiar o idoso no exercício de suas atividades diárias. É fundamental que o cuidador, desde o princípio esteja atento ao comportamento do idoso, para que possa auxiliá-lo em suas limitações.

Desde o encontro inicial o cuidador precisa registrar o nome do paciente, para que possa chamá-lo com a atenção e consideração devidas. As brincadeiras podem surgir com a intimidade, no entanto a princípio é importante que o profissional tente se adaptar ao ritmo do paciente. As modificações poderão vir com cautela, respeito e afeto.

O cuidador deve se apresentar vestido de forma sóbria, sem jóias ou enfeites, que podem machucar a pessoa idosa. Preferencialmente, o cuidador deverá utilizar um uniforme. Caso tenha cabelo longo, é importante mantê-lo preso. As unhas também deverão estar limpas e devidamente cortadas.

Mesmo que o cuidador tenha uma vasta experiência no ramo, é importante que ele esteja aberto no primeiro encontro, para ouvir o relato da família do paciente. Cada indivíduo é único e as experiências pregressas do profissional são importantes, mas não o isentam da necessidade de estar aberto para a realidade do novo paciente.


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